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segunda-feira 20 novembro 2017
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FCP realiza exposição sobre vida e obra de José Gomes Sobrinho

Sou poeta e posso ver nos olhos que me olham lampejos de puro amor. E, nos olhares dos que dizem me odiar, inverto o sinal e vejo o amor submetido ao tratamento injusto dos que não sabem perdoar”. Com versos leves e sentimentos fortes, a Fundação Cultural de Palmas (FCP) lança a exposição “Marcas de uma vida” nesta segunda-feira, 12, às 19h30, na Galeria Municipal de Artes, retratando vida e obra do poeta, escritor, articulista, palestrante e teatrólogo, José Gomes Sobrinho.

Pertences pessoais, manuscritos de suas obras e anotações, máquinas de escrever, livros, fotografias, placas de homenagem fazem parte da exposição, que seguirá até 31 de janeiro de 2017 como sequência da programação especial de comemoração dos 20 anos do Espaço Cultural. Serão exibidos, também, vídeos com depoimentos de escritores, artistas e familiares narrando convivências, curiosidades e impressões sobre o poeta.

José Gomes Sobrinho não morre nem que ele queira”, disse o presidente da Fundação Cultural de Palmas (FCP), Hector Franco, aludindo à frase antagônica do poeta: Não morro nem que me matem. “A memória de tudo o que ele representa para a cultura de Palmas e do Tocantins vai ficar para sempre, e registrada nessa exposição que mostra os seus tesouros, na forma de objetos que foram preservados, e suas obras que condensam tudo aquilo que ele construiu e tem construído na nossa identidade”, complementou.

No vernissage da exposição, na segunda-feira, os artistas Cícero Belém, Cleuda Milhomen, Dorivan e Meire Maria declamarão poemas retirados das obras “Considerações em dó furtivo maior” (1996) e “Fio de Prumo” (2003).