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sábado 18 novembro 2017
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Festival do Rio: longa “Fala Comigo” de Felipe Sholl é eleito melhor filme

Fonte: http://www.festivaldorio.com.br/

O filme “Fala comigo”, de Felipe Sholl, foi eleito pelo júri o melhor longa de ficção do 18º Festival do Rio. Karina Teles, Dona Barbara – mãe de Fabinho do filme “Que horas ela volta?” de Anna Muylaert, recebeu o prêmio de melhor atriz por sua interpretação no filme vencedor. Na categoria – melhor longa documentário – venceu “A luta do século”, de Sérgio Machado.

Abaixo a lista completa:

Premiação do júri

Melhor longa de ficção: “Fala comigo”, de Felipe Sholl
Melhor longa de documentário: “A luta do século”, de Sérgio Machado
Melhor curta: “O estacionamento”, de William Biagioli
Menção honrosa curta-metragem: “Demônia”, melodrama em 3 atos, de Fernanda Chicollet e Cainan Baladez
Melhor direção de ficção: Cristiane Oliveira, por “Mulher do pai”
Melhor direção de documentário: Sérgio Oliveira, por “Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos”
Menção honrosa direção de documentário: Marcos Prado, por “Curumim”
Melhor atriz: Karine Teles, por “Fala comigo”
Melhor ator: Nelson Xavier, por “Comeback” e, Julio Andrade, por “Redemoinho” e “Sob pressão”
Melhor atriz coadjuvante: Verónica Perrotta, por “Mulher do pai”
Melhor ator coadjuvante: Stepan Nercessian, por “Sob pressão”
Melhor fotografia: Fernando Lockett, por “Superorquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos”, e Heloisa Passos, por “Mulher do pai”
Melhor montagem: Marcio Hashimoto, por “Era o hotel Cambridge”
Melhor roteiro: Martha Nowill e Charly Braun, por “Vermelho russo”
Prêmio especial do júri: “Redemoinho”, de José Luiz Villamarim

Premiação por voto popular

Melhor longa de ficção: “Era o hotel Cambridge”, de Eliane Caffé
Melhor longa documentário: “Divinas divas”, de Leandra Leal
Melhor curta: “Demônia”, melodrama em 3 atos de Fernanda Chicollet e Cainan Baladez

Mostra Novos Rumos

Melhor filme: “Então morri”, de Bia Lessa e Dany Roland
Melhor curta: “Não me prometa nada”, de Eva Randolph
Prêmio especial do júri: “Deixa na régua”, de Emílio Domingos
Menção honrosa:  Layla Kayã Sah, pela atuação em “Janaína overdrive”, de Mozart  Freire

Prêmio da crítica Fipresci (da Federação Internacional de Imprensa Cinematográfica)

“Viejo calaver””, de Kiro Russo, e “Era o hotel Cambridge”, de Eliane Caffé

Prêmio Felix (dedicado aos filmes com temática LGBT)

Melhor longa de ficção: “Rara” (Estranha), de Pepa San Martin
Melhor longa documentário: “Divinas divas”, de Leandra Leal
Prêmio especial do júri: “Love snaps”, de Daniel Ribeiro e Rafael Lessa
Prêmio Suzy Capó Personalidade Felix de 2016: Lea T

Mostra Geração 

Vencedor do júrio popular: “Bruxarias brujerías”, de Virginia Curiá